A atuação dos Fiscais Estaduais Agropecuários é fundamental para o sucesso da Expointer, que ocorre de 30 de agosto a 7 de setembro, em Esteio (RS). Um exemplo prático é o retorno das aves à exposição, uma das novidades desta edição. Depois de dois anos sem participarem do evento em razão de questões sanitárias – em 2023, o foco de influenza em aves silvestres no Taim e, em 2024, o foco da doença de Newcastle em Anta Gorda – em 2025 as aves retornam ao Parque Assis Brasil com a chancela dos servidores da fiscalização agropecuária.
“É sinal de que o nosso serviço é robusto e tem qualidade”, avalia a Fiscal Estadual Agropecuária Liege Araújo, chefe do Pavilhão das Aves e Pequenos Animais. Quem passa em frente ao local poderá observar que há uma área telada. “Foram feitas barreiras para evitar o acesso das aves de vida livre, para que estes animais não tenham contato com as aves expostas”, explica a servidora sobre a adaptação da estrutura.
Segundo Liege, com estas medidas de biosseguridade, houve um consenso entre a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Secretaria de Meio Ambiente do RS (Sema) de que era possível liberar a participação das aves na feira. Os demais cuidados e requisitos sanitários obrigatórios foram mantidos e conferidos na recepção dos animais.
“O retorno das aves à Expointer atesta a credibilidade do nosso trabalho. Somos um alicerce que garante a segurança sanitária do evento, além de impulsionar a Expointer e a agropecuária do Estado”, avalia o presidente em exercício da Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (Afagro), Giuliano Suzin. Dos 119 servidores da Seapi convocados para trabalhar na feira, 69 são Fiscais Estaduais Agropecuários, 32 são técnicos agrícolas e 11 são analistas, além de motoristas e outras categorias.