Exportação de carne bovina com osso ao Chile reforça a credibilidade sanitária do Estado

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O setor produtivo celebra o início das exportações de carne bovina com osso pelo Rio Grande do Sul ao mercado chileno. Na avaliação da Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (Afagro), a abertura desse mercado reforça a credibilidade sanitária do Estado como área livre do vírus da febre aftosa após a retirada da vacina em 2020, expandindo a exportação de subprodutos de carne bovina.

Passar a exportar cortes de carne com osso, como a costela, que é muito valorizada em mercados como o Chile, é um salto estratégico que diversifica o portfólio de produtos e aumenta o valor agregado da pecuária bovina. E isso é reflexo direto do trabalho de muitos anos dos Fiscais Estaduais Agropecuários para o reconhecimento sanitário do Rio Grande do Sul como área livre de febre aftosa sem vacinação.

Além de abrir portas para mercados mais exigentes, que até então restringiam a carne com osso, tal feito enaltece a competência técnica dos Fiscais Estaduais Agropecuários. Por isso a importância de ter um corpo técnico treinado e em número condizente com a realidade. A Afagro defende que somente com a realização de um novo concurso público, para a reposição dos servidores da fiscalização agropecuária, será possível garantir a manutenção de um serviço oficial eficiente e robusto.

Saiba mais: O início da exportação de carne bovina com osso para o Chile é o primeiro fruto após a retirada da vacina contra a febre aftosa no RS. Este não é um evento isolado, mas sim o resultado de um processo técnico de longo prazo, iniciado formalmente em 2020 e consolidado nos anos seguintes, com forte atuação da fiscalização agropecuária e foco na vigilância sanitária para manutenção do status livre da doença sem vacinação. Antes disso, foram mais de 20 anos de trabalho em defesa sanitária.

Foto: Arquivo/Afagro

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